via360, sistema de gestão de fretamento
Prova real

Caso de sucesso em gestão de fretamento: a operação da TransAlphaville

A via360 não nasceu de uma ideia de software. Ela nasceu dentro de uma operação de fretamento que precisava resolver quatro problemas ao mesmo tempo: o passageiro sem saber onde estava o ônibus, a comunicação travada nos dois sentidos, a cobrança conferida à mão e a dúvida constante sobre quem tinha direito de embarcar. Esta página conta como essa operação trabalhava antes e o que passou a existir depois.

20

linhas em serviço

1.200

passageiros por dia

1.166

paradas mapeadas

17

linhas migradas

Antes

Como a operação funcionava

Nada do que existia era improvisado por descuido. Era o arranjo natural de uma operação que cresceu antes de existir ferramenta adequada, e cada peça funcionava isolada. O problema aparecia na junção: a informação certa existia sempre em um lugar que o público interessado não alcançava.

Planilha como fonte única

Linhas, horários e paradas viviam em arquivo, correto e pouco consultado. Quem precisava da informação era o passageiro, e ele não abria a planilha.

Grupo de mensagens por contrato

Aviso de atraso e mudança de itinerário saíam para centenas de pessoas ao mesmo tempo, sem destinatário definido e sem registro do que foi enviado.

Embarque por reconhecimento

A conferência de quem tinha direito de embarcar dependia da memória do motorista, o que se sustenta até o dia da linha cheia ou do motorista de folga.

Cobrança conferida à mão

Plano combinado por conversa, cobrança enviada avulsa e conferência manual no fechamento, sem visão de inadimplência ao longo do mês.

A virada

O que mudou na prática

A troca começou pelo cadastro, porque sem base única nenhuma das outras coisas se sustenta. Foram 17 linhas migradas e 1.166 paradas mapeadas antes do go-live, com sentido, tabela horária e sequência de pontos revisados linha por linha. Esse trabalho não aparece na tela, e é ele que decide se o resto funciona.

A entrada em operação foi feita por linha, começando por uma linha piloto, com as duas formas de trabalho convivendo até a equipe da central se sentir segura. A implantação levou de uma a duas semanas entre a decisão e o go-live, com o primeiro mês em operação assistida. Hoje são 20 linhas em serviço e cerca de 1.200 passageiros por dia.

O efeito mais visível não foi tecnológico. Foi a mudança do papel da central, que deixou de responder perguntas repetidas de horário e ponto e passou a cuidar do que sai do previsto. Quem faz esse trabalho continua sendo a mesma equipe, com o tempo aplicado em outra coisa.

Do lado de quem viaja

O que o passageiro passou a ver

A área do passageiro roda no domínio da empresa, com a identidade dela. O objetivo é único: responder sozinha as perguntas que antes chegavam por telefone.

A linha certa sem ligar para ninguém

Busca por origem e destino, com horários e sequência de paradas da linha que atende o passageiro.

Paradas no mapa

Endereço, horário e localização de cada ponto, o que resolve o caso do passageiro novo em um contrato.

Status da viagem

Em viagem, prevista, encerrada ou alterada, para decidir a hora de sair de casa.

Canal para relatar problema

Ocorrência aberta pelo próprio passageiro, com tipo e descrição, em lugar de mensagem em grupo.

App do passageiro buscando linha de ônibus fretado por origem e destino
Do lado da central

O que a administração passou a enxergar

Com mais de 20 linhas em serviço, a central precisa de estado, não de mapa cheio de ícones. O painel mostra o que exige decisão agora e guarda o histórico para as decisões do mês seguinte.

Painel da central de fretamento com monitoramento de ônibus em tempo real e ações rápidas

Viagens acontecendo à vista

As linhas em serviço aparecem lado a lado, com o próximo ponto de cada uma durante a viagem ativa.

Fila de ocorrências priorizada

O que o motorista registra na estrada e o que o passageiro relata entram na mesma fila, com tipo e prioridade.

Comunicado por linha

Avisos de atraso, troca de ponto e calendário chegam ao público exato, com registro de envio e canal.

Presença e cobrança no mesmo cadastro

Check-in no embarque e situação de pagamento ligados ao passageiro, sem lista paralela mantida à parte.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre o caso

Como era a operação da TransAlphaville antes da plataforma?

Linhas e horários em planilha, avisos em grupos de mensagens por contrato e cobrança acompanhada de forma manual. Cada informação existia, mas em um lugar que os outros públicos não alcançavam, e a central era a fonte de qualquer resposta.

A operação parou durante a troca de sistema?

Não. As duas formas de trabalho conviveram até a equipe da central se sentir segura para desligar a antiga. A entrada foi por linha, começando por uma linha piloto, e o restante veio em lote depois.

Quanto tempo levou a implantação?

De uma a duas semanas entre a decisão e o go-live, com o primeiro mês em operação assistida. O que definiu o prazo foi a organização dos dados de linhas, paradas e passageiros que já existiam.

O que mudou primeiro para o passageiro?

A consulta autônoma. Em lugar de perguntar horário e ponto para a central, o passageiro passou a encontrar a própria linha, ver as paradas no mapa e acompanhar o status da viagem pela área do passageiro, no domínio da empresa.

E o que mudou para a central?

Ela passou a ver as viagens acontecendo, com o próximo ponto de cada linha e as ocorrências em fila priorizada. A rotina deixou de ser responder perguntas repetidas e passou a ser agir sobre o que sai do previsto.

A plataforma leva a marca da TransAlphaville ou da via360?

A da operação. O portal e a área do passageiro rodam no domínio da empresa, com a identidade dela, e o passageiro não precisa saber que existe uma plataforma por trás.

Uma operação menor consegue o mesmo resultado?

O ganho não depende do número de veículos, depende do volume de perguntas que chega à central. Operações com poucas linhas e muitos passageiros sentem a diferença tão rápido quanto operações grandes.

Para entender o método por trás do caso, leia o guia de gestão de fretamento, o monitoramento de ônibus fretado e a gestão de passageiros e cobrança.

Faça o mesmo caminho na sua operação

Na demonstração usamos uma linha sua como exemplo e mostramos a sequência de implantação linha por linha. O teste de 7 dias permite montar uma operação de exemplo antes de decidir.

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